BOMBA! Orlando Mendes é suspeito de reter cartões do bolsa família dos cidadãos de baixa renda de Alvarães; veja
Redação do Jornal 24 de agosto de 2024 0 COMMENTS
AMAZONAS – O candidato a prefeito do município de Alvarães, Orlando Mendes, foi apontado como suspeito de ser chefe da “Máfia dos Cartões” do bolsa família no município.
Segundo informações de uma fonte próxima ao candidato, Orlando retém cartões e pagamentos do Bolsa Família de moradores da região e utiliza isso como barganha para vender seus produtos com preços acima do mercado.
Orlando Mendes é conhecido como sendo um dos principais empresários de Alvarães por ser dono da loja de eletrodomésticos Lie Lar, inscrita sob o CNPJ nº 20.747.165/0001-39 e capital social em torno dos R$ 280 mil, conforme dados da Rede Sim (Receita Federal).

E é justamente por meio dessa empresa que o empresário opera seu esquema de coronelismo e exploração contra o povo alvaraense.
Uma moradora do município afirmou que Orlando vem abusando economicamente da população há anos. Segundo ela, todos no município sabem da prática do empresário.
Além de ficar com os cartões dos moradores, Orlando também foi denunciado por vender seus produtos com preços acima do praticado no mercado, ofertando sobrepreço na venda dos eletrodomésticos para as pessoas que têm o cartão retido com ele, diz a denúncia.
Tudo que a gente precisa comprar lá ele vende mais caro. Já fica com o dinheiro das pessoas sem ser nada, imagina se for prefeito. Deus me livre! Disse uma moradora
Além de retirar os cartões, ele também engana e cobra juros absurdos de pessoas pobres e de baixa renda que são beneficiários do Bolsa Família.
No município de Eirunepé, empresários tiveram seus negócios fechados pela mesma prática que Orlando realiza. Logo a polícia federal estará batendo na porta do candidato.
Candidatura
Orlando Mendes é candidato ao cargo de prefeito de Alvarães pelo MDB, segundo dados do DivulgaCand, do TSE. Ocorre que na prestação de contas e declaração de bens e patrimônio, o candidato não declarou sua loja Lie Lar.
Outras denúncias
A denúncia dá conta, ainda, de que durante a pandemia da Covid-19, Orlando retinha o benefício que os moradores recebiam do Governo Federal e dizia que só liberaria o recurso se a pessoa gastasse pelo menos R$ 300 do benefício em compras, na sua loja.
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