28 de julho de 2026
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AMAZONAS- A família de Julieta Hernández está mobilizada para reclassificar o crime cometido contra a artista venezuelana como feminicídio.

Sophia Hernández, irmã de Julieta, esteve na Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), nesta segunda-feira (10/06), acompanhada da defensora Carol Carvalho, que atua junto à Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), da deputada Alessandra Campêlo, que lidera a procuradoria, além dos advogados da família e representantes da União Brasileira de Mulheres (UBM), que articula a mobilização. Pela manhã, a comitiva esteve no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

Na DPE-AM, o grupo foi recebido pelo Defensor Público Geral do Amazonas, Rafael Barbosa. Na oportunidade, ele destacou que a Defensoria Pública continua muito preocupada com a quantidade de crimes de gênero no Estado.

Rafael Barbosa destacou que, no caso de Julieta Hernéndez, além do crime envolver a questão de gênero, envolve também “a xenofobia e a agressão a uma pessoa que é uma defensora dos Direitos Humanos”. “Em razão disso, a Defensoria Pública vai atuar além do seu papel defender os acusados, trabalho que será feito pelo defensor que hoje atua na Defensoria de Presidente Figueiredo, mas também vai atuar em defesa da vítima”, disse.

“A Defensoria Pública está atenta e prestando uma assistência qualificada às vítimas de todo tipo de violência contra mulher. Que possamos, a partir desse caso bárbaro, da Julieta Hernández, criar frentes de atuação que possam prevenir outros casos similares”, disse a defensora Carol Carvalho.

Redação do Jornal

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