16 de junho de 2026
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AMAZONAS – O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou este ano que é proibido contratar influenciadores digitais para divulgar campanhas nas eleições municipais. Esse ano será a primeira vez que a Justiça Eleitoral vai lidar de forma direta com esse tipo de situação.

Recentemente a Justiça acatou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Eleitoral contra o atual prefeito de Itacoatiara e candidato à reeleição Mário Jorge Bouez Abrahim, a candidata a vice-prefeita Marcela Cristine da Costa e sete influenciadores digitais por propaganda eleitoral irregular.

Influenciadores digitais não podem participar da atual campanha eleitoral, seja apoiando formalmente um candidato, participando de comícios, programas eleitorais na TV, ou ainda utilizando seus canais para algum tipo de menção de preferência de seu voto.  A proibição está vedada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decisão apoiada no artigo 57-C da Lei das Eleições (9.504/1997).

Entretanto, isso não impediu que Raylan Barroso contratasse influenciadores para ajudar na campanha de seu indicado, AnderSON, como Jessica Araújo que se auto intitula ‘BLÔ’, a influenciadora tem se dedicado todos os dias na campanha de SON, organizando reuniões com possíveis eleitores, gravando vídeos em prol da campanha, até gravações nas instalações hospitalares do município para mostrar o “trabalho” de Raylan, Jessica realiza.

Vale informar que o projeto de Lei 3311/20 criminaliza o registro fotográfico ou cinematográfico não autorizado em estabelecimento de saúde. Veja bem, a lei criminaliza o registro não autorizado, mas como podemos ver no vídeo abaixo, Jessica estar mais do que autorizada a mostrar aquilo que Raylan não fez em 8 anos de mandato porém está fazendo agora em época de campanha.

Inclusive, a saúde é um dos pontos que Raylan mais anda se dedicando desde o início da campanha, principalmente quando falamos em saúde da mulher. Por 8 anos, mulheres acometidas de graves doenças, como câncer de mama, só puderam ser diagnósticas viajando à Manaus ou realizando exames em campanhas que o governo do Estado promove no município, 7 mulheres morreram de câncer de mama nos 8 anos de mandado de Raylan, por não terem profissionais capacitados na área e muito menos condições financeiras para fazer um tratamento na Capital, diversos cidadãos têm que recorrer a rifas solidárias pois a representação do município é precária. Jessica mesmo afirma isso em de seus vídeos antes de mudar pro lado do prefeito que ela chamava de “ditador”.

A atual representação de Eirunepé é uma das piores que o município já teve, muitos cidadãos relataram o descaso que já passaram ao buscarem tratamento de doenças por meio da representação que, inclusive, está abandonada e sem funcionários competentes para lidar com o público.

Mesmo após 8 anos deixando a saúde as traças, Raylan, em plena época de campanha, decide finalmente dar atenção à saúde e as necessidades das mulheres de Eirunepé, portanto, está usando a sua rede de blogueiros, liderados por sua maior apoiadora digital, antes sua maior opositora, Jessica ‘A blô”, para fazer promessas em nome de SON, para mais uma vez serem usadas e depois abandonadas. Lembrando que Jessica diz em uma entrevista que não se venderia para Raylan é muito menos apoiaria alguém que estivesse do lado dele; veja 

Após a grande repercussão de misoginia e violência de gênero, o prefeito começou a incluir as mulheres em sua campanha, ato que a candidata Áurea priorizou desde o início de sua campanha política.

Jessica até alguns meses atrás era fielmente da oposição, mas tudo de repente mudou, ela que afirmava para os quatro cantos do município que jamais apoiaria Raylan pois não era ‘louca’, hoje enlouqueceu e diariamente realiza movimentos políticos em prol da campanha de SON, todos aqueles problemas do governo Raylan que ela criticava nas redes sociais simplesmente desapareceram e agora ela só fala dos tais “avanços” que o município teve, avanços esse que ela mesma dizia não ter em Eirunepé.

Como acreditar em uma “influencier” sem credibilidade? Como ser influenciado por alguém que muda de opinião tão rápido? Como acreditar em quem recebe para promover campanha proibida?

Afinal, contratação de pessoas físicas para realizar publicações com cunho eleitoral é vedada. O MP Eleitoral alegou que as publicações feitas pelos influenciadores configuram propaganda eleitoral paga disfarçada e não identificada como tal, conforme estabelecido pelo artigo 29 da Lei nº 9.504/1997 e pela Resolução TSE nº 23.610/2019

Redação do Jornal

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