Victor Savino, que tenta ser influencer, é acusado de campanha de difamação contra políticos nas redes sociais
Redação do Jornal 25 de novembro de 2025 0 COMMENTS
Acostumado a atacar e denegrir a imagem de autoridades públicas, ele é acusado de propagar fake news, se posicionar contra as forças de segurança e agir a serviço de grupos políticos de oposição
Victor Savino, que tenta se colocar como influencer nas redes sociais, voltou a ser alvo de críticas após mais um ataque direcionado a um político em exercício de mandato. Desta vez, ele mirou o vereador Dione Carvalho, que havia usado suas redes para expor a imagem de um suspeito de crime em um vídeo posteriormente proibido de ser exibido.
A crítica de Savino ao vereador foi classificada por aliados do parlamentar como covarde, já que, segundo eles, Dione Carvalho apenas tentava mostrar o rosto de um bandido, enquanto Victor Savino teria se voltado contra quem denuncia o crime, e não contra o criminoso em si. Nos bastidores, a avaliação é dura: para muitos, “quem defende bandido, acaba se igualando a ele”.
Para críticos, esse episódio escancara que, mais uma vez, Victor Savino se coloca contra as forças de segurança e a favor do que é errado. Na prática, ele estaria se posicionando contra o policial que morreu, contra os policiais que cobram justiça e em sintonia com o discurso dos bandidos que mataram o PM sargento Adilson Pinto de Castro.
Esse episódio, porém, não é isolado. Victor Savino já é apontado por diversos políticos como alguém acostumado a atacar e denegrir a imagem de quem está trabalhando, especialmente vereadores e outras lideranças que não fazem parte do grupo que o sustenta politicamente.
Há ainda acusações de que o aspirante a influencer seria protegido por um grupo de políticos da oposição, dos quais receberia apoio e incentivo para atacar determinados nomes e tentar desgastar suas imagens perante a opinião pública.
Críticos também afirmam que Victor Savino utiliza suas redes para espalhar fake news, sem apuração, sem comprovação e sem responsabilidade com a verdade, baseando-se apenas em seu “achismo” e em narrativas que atendem a seus interesses e de quem o apoia.
O caso reacende o debate sobre o papel de quem tenta ser influencer na política local e os limites entre opinião, crítica e difamação, especialmente quando há suspeitas de vínculos políticos e uso das redes sociais como instrumento de ataque direcionado, inclusive em situações que envolvem a morte de um policial militar e o trabalho das forças de segurança.
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