TAPETÃO EM MANAUS: VEREADORA NÃO ELEITA ASSUME VAGA, ENQUANTO PARLAMENTAR COM 8,6 MIL VOTOS PERDE MANDATO
Redação do Jornal 1 de julho de 2026 0 COMMENTS
A Câmara Municipal de Manaus (CMM) realizou, nesta terça-feira (1), a posse da vereadora Glória Carratte (PSB), que retorna ao Parlamento Municipal para exercer mais um mandato.
A mudança na composição da Casa ocorreu após decisão da Justiça Eleitoral relacionada à chapa do partido Democracia Cristã (DC), que teve o registro cassado em razão de irregularidades apontadas no cumprimento da cota de gênero. Como consequência, houve a anulação dos votos da legenda e a perda do mandato do vereador Elan Alencar, eleito pelo partido.
Com a recontagem dos votos, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) conquistou uma cadeira adicional na Câmara Municipal, possibilitando a convocação de Glória Carratte, que ocupava a posição de suplente da legenda.
Glória Carratte assumirá o cargo no tapetão e passará a integrar novamente o Legislativo Municipal após a redistribuição das vagas determinada pela Justiça Eleitoral, mesmo não sendo eleita pelo voto popular.
A decisão encerrou o mandato de Elan Alencar, que havia sido reeleito com 8.611 votos. Durante sua atuação parlamentar nos dois mandatos, o vereador participou de ações voltadas às áreas de esporte, cultura, infraestrutura e apoio a comunidades da capital e do interior do Amazonas, especialmente em seu município natal, Eirunepé.
Após a decisão judicial, Elan afirmou que respeita e acata a determinação da Justiça, embora tenha manifestado tristeza pelo encerramento antecipado de seu mandato. O, agora. ex-vereador também informou que seguirá sua trajetória política e mantém sua pré-candidatura a deputado estadual para que possa fazer muito mais pelo povo de Manaus e dos interiores.
O pré-candidato conta com o apoio de todos aqueles eleitores que confiaram seu voto nele e espera que eles continuem seguindo ao seu lado nesse próximo desafio.
O caso reforça os impactos que decisões eleitorais envolvendo partidos podem ter sobre a composição das casas legislativas, mesmo quando os parlamentares eleitos não são apontados como responsáveis diretos pelas irregularidades que motivaram as punições às legendas.
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