4 de agosto de 2026
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Manaus/AM – Os influenciadores Willian Barão, Teco Martins, Matheus Santos e outros dois homens não identificados, foram até a delegacia do 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), nesta terça-feira (4), após terem sido indiciados por publicarem um vídeo nas redes sociais de uma ‘rifa’ oferecida por eles com a finalidade de soltar o influencer, João Lucas da Silva Alves, 24, conhecido como “Lucas picolé”, preso suspeito de esquema de rifas ilegais nas redes sociais.

Segundo as informações, os influenciadores fizeram um vídeo nas dependências da delegacia do 18º Distrito Integrado de Polícia (DIP),incitando a prática da promoção clandestina por meio de jogos de azar, promovendo uma ‘rifa’ com a finalidade de soltar o influencer “Lucas picolé”.

Após o vídeo divulgado, a polícia abriu uma investigação sobre o caso e o policial militar, Alexandre Da Silva Salazar, conhecido como ‘Sargento Salazar’ enviou uma mensagem aos envolvidos afirmando que iria até eles. Após a repercussão, os influenciadores compareceram nesta terça-feira (4), na unidade policial e fizeram um pedido de desculpas às autoriades.

No vídeo, eles afirmam que não foi a intenção denegrir a imagem dos policiais.

“Desculpa aí rapaziada pelo vídeo que a gente fez, a gente não fez com intenção de denegrir ninguém”, disse um dos envolvidos.

Uma investigação policial contra os influenciadores foi aberta pelos crimes de Associação criminosa e Apologia ao Crime cometido por meio das redes sociais.

Operação

Lucas Picolé e Mano Queixo foram presos com drogas sintéticas (LSD), munições e uma motocicleta adulterada. “Lucas picolé” também foi autuado por receptação qualificada, no bairro Novo Aleixo, zona norte. Durante as buscas, nada de ilícito foi encontrado em relação a Isabelly Aurora, mas, segundo a polícia, a influenciadora também se encontra junto com os demais no esquema de lavagem de dinheiro das rifas ilegais.

Conforme o delegado Cícero Túlio, titular da 13 Distrito Integrado de Polícia (DIP), as investigações apontaram que os investigados atuam promovendo a divulgação de sorteios clandestinos sem registro por meio das redes sociais, ecoando posteriormente os valores, a fim de dissimular e ocultar, dificultando a atuação de autoridades de fiscalização e controle.

Os valores arrecadados nos golpes são escoados na compra de veículos de luxo, aluguéis e aquisição de imóveis de alto padrão, além de serem reinvestidos em uma loja de marcas de grife que comercializa produtos falsificados.

Ainda segundo a polícia, Flávia Ketlen não é influenciadora. Além de cunhada de Lucas Picolé, ela atua na empresa do influenciador, onde são vendidos produtos falsificados e utiliza a conta dela para receber o dinheiro da compra desses produtos ilegais e das rifas.

Fonte: D24am.

Redação do Jornal

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