15 de junho de 2026
  • 12:56 TCE-AM multa prefeito de Humaitá e presidente da COHASB por falhas em convênio de saneamento
  • 15:34 Centenas de embarcações chegam a Borba para os tradicionais Festejos de Santo Antônio e movimentam a economia local
  • 20:31 POLÊMICA: VERBA DE R$ 100 MILHÕES DA EDUCAÇÃO É DESVIADA DE SUA FINALIDADE PARA COBRIR DÍVIDAS DO ESTADO
  • 15:06 BOMBA! DINHEIRO PÚBLICO SOB LUPA: LICITAÇÕES E GESTÃO DE CARAUARI SÃO ALVO DE INVESTIGAÇÕES NO TCE-AM
  • 10:55 O JURUÁ NO CENTRO DAS DECISÕES: VISITA HISTÓRICA QUE PODE MUDAR O FUTURO DA NOSSA REGIÃO

Mais de um quarto dos empregos na OCDE dependem de habilidades que podem ser facilmente automatizadas na próxima revolução da inteligência artificial, e os trabalhadores temem perder seus empregos para a IA, disse a OCDE nesta terça-feira (11).

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é um bloco de 38 membros, abrangendo principalmente nações ricas, mas também algumas economias emergentes como México e Estônia.

Até agora, há poucas evidências de que o surgimento da IA ​​tenha um impacto significativo nos empregos, mas isso pode ocorrer porque a revolução está em seus estágios iniciais, disse a OCDE.

Os empregos com maior risco de serem automatizados representam 27% da força de trabalho em média nos países da OCDE, com os países da Europa Oriental mais expostos, disse a organização sediada em Paris em suas Perspectivas de Emprego para 2023.

Os trabalhos de maior risco foram definidos como aqueles que usam mais de 25 das 100 habilidades e habilidades que os especialistas em IA consideram que podem ser facilmente automatizadas.

Enquanto isso, três em cada cinco trabalhadores temem perder o emprego para a IA nos próximos 10 anos, constatou a OCDE em uma pesquisa no ano passado. A pesquisa abrangeu 5.300 trabalhadores em 2.000 empresas abrangendo manufatura e finanças em sete países da OCDE.

A pesquisa foi realizada antes do surgimento explosivo da IA ​​generativa como o ChatGPT.

Apesar da ansiedade com o advento da IA, dois terços dos trabalhadores que já trabalham com ela disseram que a automação tornou seus trabalhos menos perigosos ou tediosos.

“Como a IA afetará os trabalhadores no local de trabalho e se os benefícios superarão os riscos dependerá das ações políticas que tomarmos”, 

disse o secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann, em entrevista coletiva.

“Os governos devem ajudar os trabalhadores a se prepararem para as mudanças e se beneficiarem das oportunidades que a IA trará”, 

continuou ele.

Salários mínimos e negociações coletivas podem ajudar a aliviar a pressão que a IA pode exercer sobre os salários, enquanto governos e reguladores precisam garantir que os direitos dos trabalhadores não sejam comprometidos, disse a OCDE.

Redação do Jornal

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT