30 de julho de 2026
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AMAZONAS – Faltando apenas 8 dias para o pleito de 2024, as perseguições no município de Uarini aumentaram consideravelmente nesses últimos dias. A população está sofrendo perseguições pelo grupo do candidato a prefeito Marcos Martins, que não aceita que o voto é livre e cada eleitor tem direito de escolher em quem votar, porém o grupo de Marcos Martins não pensa assim, principalmente o comandante do município TEN Cruz.

Segundo a denúncia feita a nossa equipe, o comandante de Uarini da PM-1, TEN Cruz, após ser comprado pelo candidato a prefeito Marcos Martins, usando de sua posição, iniciou uma série de ataques e perseguições por todo o município. Cidadão relataram que Cruz vem caçando os eleitores que declararam seu apoio ao, também candidato, Marquinhos Abreu. Cruz está sendo pago para amedrontar a população e arrecadar votos através do medo e da intimidação para o seu candidato. 

A população está aterrorizada como as ações do comandante, eleitores de grupos contrários, principalmente do candidato Marquinho que está a cada dia crescendo e ganhando a simpatia do povo, estão com medo de exercerem o seu direito democrático. Os Uarinenses estão pedindo socorro aos órgãos competentes, pois temem represálias por parte do grupo de Marcos Martins e de seu mais novo apoiador, Comandante Cruz.

A conduta do comandante não só é crime eleitoral, como também viola o Projeto de Lei 5644/20 que proíbe os policiais civis e militares de participar de quaisquer atividades político-partidárias, do apoio a candidaturas eletivas ou de reuniões partidárias durante o horário de trabalho ou fora do expediente.

Vale lembrar que é considerado crime eleitoral todas as condutas ilícitas ou reprováveis que ofendam os princípios resguardados pela legislação eleitoral, como a lisura e a legitimidade das eleições, a liberdade e o sigilo do voto. Os crimes eleitorais estão descritos na Lei Eleitoral e são acompanhados das sanções penais correspondentes e apurados por ação penal pública, razão pela qual cabe ao Ministério Público Eleitoral denunciá-los à Justiça.

Redação do Jornal

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