30 de julho de 2026
  • 15:20 Prefeitura de Alvarães realiza sessão pública para fortalecer agricultura familiar e garantir alimentação escolar de qualidade
  • 14:44 Escola Raimunda Guedes se prepara para inauguração e marca novo capítulo na educação de Japurá
  • 14:25 AGORA: polícia prende três suspeitos de homicídio no Amapá
  • 14:21 Mala com porções de maconha e oxi é encontrada após fuga de criminosos durante ação policial no bairro Nova Esperança
  • 12:32 Elan Alencar reforça apoio a projeto social e destaca papel da cultura e do esporte na transformação de vidas

AMAZONAS – Servidores do fórum do município de Presidente Figueiredo passaram por uma grande tensão nesta sexta-feira (21), ao serem impedidos de sair do órgão por conta de uma operação policial.

A operação estaria relacionada a investigação de um esquema de pagamento fraudulento de R$ 150 milhões à Eletrobras, que resultou no afastamento do juiz Jean Pimentel e do desembargador Elci de Oliveira.

Segundo as investigações, os magistrados autorizaram o pagamento com base em títulos de crédito da década de 1970, apresentados por um homem identificado como Bruno Thomé. A Eletrobras contestou a legalidade dos documentos, levando o Superior Tribunal de Justiça (STJ) a determinar a devolução do valor.

Conforme a determinação, os magistrados estão proibidos de acessar seus gabinetes, tanto no fórum de Presidente Figueiredo quanto na sede do Tjam em Manaus, e seus equipamentos de trabalho passarão por perícia.

Em nota, o Tjam informou que a decisão foi tomada pela Corregedoria Nacional de Justiça e afirmou que cumprirá a determinação, respeitando todas as medidas estabelecidas.

O corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell, criticou a tramitação acelerada do processo e a falta de rigor na análise dos documentos apresentados. Ele também apontou inconsistências nas explicações do juiz Jean Pimentel, levantando suspeitas sobre o envolvimento dos magistrados no esquema.  

Fontes ligadas à operação indicam que novas fases da investigação podem atingir outros envolvidos no esquema, incluindo empresários e intermediários que atuaram na validação dos títulos. O Ministério Público também acompanha o caso e pode apresentar novas denúncias nos próximos dias.  

Em breve mais informações. 

Redação do Jornal

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT